
Imagem daqui.
Depois do susto, a conformação.
Ninguém esperava aquelas reações; aqueles olhares assustados, aquelas palavras agressivas, aquela postura raivosa, aquela postura submissa.
A tempestade chegou, não sem aviso, não sem ofensas. Desproporcional, descuidada.
Não durou muito tempo, mas pareceu ser longa. A sensação de vitória de alguns e a derrota de um indivíduo. Pois a história é escrita pelas mãos dos vencedores.
A tentativa de conserto virou humilhação; o choro foi engolido e o sorriso desapareceu.
Somos o espelho de nossos educadores?

então como eu havia dito…quem foi humilhado? o.o
Honestamente? Não sei se somos o espelho de algo ou alguém. Talvez sejamos uma colagem de várias coisas que vimos durante toda nossa vida.
Mas é como te disse: no final das contas me senti desconfortável com a situação toda. Certas coisas deveriam ser ditas, porém de forma menos intimidatória.
Sabemos que somos nós, e não a mesa, porque entendemos sensorialmente que a mesa é outra coisa distinta de nós. Assim como o é a cadeira, o chão, o gato, os outros seres humanos. Assim, a compreensão que temos de nós mesmos e a lapidação desse nosso ser depende talvez não exaustivamente, mas necessariamente, dos outros. Assim, somos todos em alguma parte espelho de todos.
Se isso ocorre com gente comum na nossa vida, que dirá com professores? É uma questão de dialética.
Mas imagino como foi difícil cronicar dessa vez, hein? XD
I was there. Entendo o que você quer dizer. Porque nós, da comunicação, no último ano, não aprendemos ainda a questyão simples do público alvo, de como dizer, dizer o que a quem??? Não adiantou nada. Só machucamos um ser humano e tiramos nosso crédito. Não há organização, só um grande primário…
Thiago nós entendemos sensorialmente a mesa porque nosso cérebro é acondicionado a interpretar essa informação assim. Mas nada garante que ele também não tenha sido acondicionado a interpretar a informação impressa em outro corpo como sendo você mesmo?
Teoricamente (Teoria da Entropia do Horizonte de Eventos em um Buraco Negro + Teoria da Entropia em superfície contra volume) não somos um espelho de todos, mas sim somos o todos impressos em uma superfície 2D que nossos cérebros, ou por capricho ou por necessidade, interpreta em 4D singular (o eu).